As verdades sobre a publicidade na visão do Neuromarketing

As verdades sobre a publicidade na visão do Neuromarketing

Quando você está em casa, sentado no seu sofá, assistindo aos comerciais das empresas, já parou pra pensar, ou se perguntar como funciona todo o processo que existe por trás daquele momento?

Formular uma nova campanha publicitária ou uma estratégia de comunicação não é muito fácil, isso porque existe uma diversidade de questões que precisam ser respondidas para o começo da produção. Qual sua mensagem? Qual seu objetivo com a comunicação? Quem é seu público-alvo? E, não menos importante, como você está fazendo essa comunicação?

Com a nova fase que o marketing vivencia, muito mais voltada para experiências de consumo do que para funcionalidades de um produto ou as características de um serviço, é importante que os profissionais de comunicação e marketing tenham a seguinte palavra em mente: emoção. Talvez para você, que me acompanha aqui no blog, isso já não seja mais novidade, mas é importante entender os motivos para essa afirmação. Pensa comigo: como são a maioria das campanhas publicitárias hoje? Muitas delas são construídas em formato de pequenas histórias (o famoso storytelling), que prendem a atenção do consumidor; também tem aquelas que nos divertem com seus tons humorísticos; aquelas que tem uma mensagem mais profunda e nos fazendo refletir em relação à diversas questões da vida; e até mesmo as que criam uma musiquinha marcante que você se pega cantando no meio do trabalho, os famosos jingles. Depois de tudo isso, você também reparou que os comerciais estão cada vez mais voltados para entretenimento?

Hoje é necessário emocionar, e quando digo emocionar não é necessariamente deixar seu consumidor chorando enquanto assiste ao comercial, mas provocar nele uma reposta de motivação, de preferência positiva. Quando isso ocorre, o chamado Sistema Apetitivo do consumidor é acionado no seu cérebro, fazendo com que haja uma predisposição de aproximação com sua marca ou produto. Além de ser responsável por este tipo comportamento, este sistema também permite que o relacionamento da sua marca com o consumidor seja criado. Essa, portanto, é uma das maneiras que você tem para se diferenciar dos seus concorrentes e alcançar aquele tão desejado privilégio no coração e na mente dos consumidores.

Tá ok Mari, entendi, mas então o que realmente funciona nesse cenário de publicidade e marketing que nos encontramos hoje? Não se preocupe. Nos próximos textos que virão, você vai ver algumas dicas que vão te ajudar a criar estratégias mais efetivas de acordo com seu negócio, e também o que deve ser evitado na hora de elaborar sua campanha. Te adianto que todas essas informações são baseadas em ferramentas testadas e aprovadas pela neurociência. Uma delas é o eletroencefalograma (EEG), capaz de mapear a atividade elétrica do cérebro e de dar significado para ela, indicando o nível de atenção do consumidor, se a sua motivação é positiva ou negativa e o quão eficiente a campanha está sendo em criar memória, ou não.

Depois disso tudo, queria te fazer uma última pergunta: e se eu pudesse te adiantar algumas estratégias que estão e não estão funcionando na publicidade da TV brasileira? Apertando aqui você tem acesso a um case exclusivo do BRAIN Club, um estudo que te mostra exatamente isso! Se quiser saber mais sobre nossas ferramentas e metodologias de pesquisa, clique aqui. =)

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