Criando novas embalagens: A assertividade e o Neuromarketing

Criando novas embalagens: A assertividade e o Neuromarketing

O mercado é gigante. Será que vale dizer saturado? São milhares as opções de compra, marcas pulando das prateleiras dos supermercados, embalagens sendo renovadas por empresas o tempo inteiro, campanhas publicitárias sendo lançadas, mudanças de posicionamento de marcas concorrentes. Parece que o trabalho das empresas é cada vez mais difícil.

Além disso tudo, determinadas mudanças exigem medidas “one shoot”, ou seja, são medidas que precisam ser tão assertivas que devem funcionar de primeira, já que os gastos envolvidos são na ordem dos milhões. Agora a grande questão que passa na cabeça dos profissionais é: como ter certeza de que minha ação estará sendo a mais assertiva possível?

Vou te ajudar a responder essa questão a partir de um exemplo prático que aconteceu com uma das empresas líderes mundiais do setor de alimentos e bebidas.  A empresa queria inovar, mudar a embalagem de um de seus produtos. Era preciso saber se a nova embalagem continuaria remetendo aos conceitos e identidade da marca, e mais ainda, era preciso saber se aquela nova embalagem aumentaria a intenção de compra do consumidor.

Diante de todas essas questões que o cliente buscava responder, eles chegaram até uma metodologia muito conhecida no meio da Neurociência aplicada ao consumo, o TIA (Teste Implícito de Associação).

No caso do cliente em questão, o TIA foi capaz de analisar a força de associação entre os protótipos de embalagens e os atributos que queriam testar. Os resultados traduziram exatamente o que o cliente buscava saber:

– Foi possível identificar quais foram as diferenças entre as embalagens testadas e quais aspectos eram negativos e positivos para cada uma delas.

– Qual das duas versões testadas possuía melhor desempenho para o consumidor, e maior intenção de compra.

Em um mercado como o nosso, as empresas já entenderam que buscar metodologias que as assegurem de que suas estratégias de marketing são bem recebidas pelo consumidor é extremamente necessário. A busca pela metodologia certa e confiável é a grande questão por aqui.

Quer saber mais detalhes sobre como o TIA foi utilizado para o problema relatado aqui? É só clicar neste link.

Criando novas embalagens: A assertividade e o Neuromarketing
  • Hermes Almeida

    beleza, legal